Porque a vida é feita de desafios e conquistas!

Porque a vida é feita de desafios e conquistas!

As histórias e seus significados é que alimenta nossa alma e coração!

Saindo da zona de conforto por uma boa razão… 

Vocês sabem da nossa paixão, do amor que sentimos ao registrar a essência das famílias e suas histórias. E quem já participou de alguma palestra sabe também como tudo isso começou, da importância que damos para isso e também da relação e conexão com nossa história.

É comum não aceitarmos alguns pedidos, para registrar ocasiões diferentes das que já nos dedicamos, que é a área de família.

Mas algumas vezes somos “pescados” por histórias tão lindas e inspiradoras,  pedidos tão carinhosos, que fazem nosso coração bater mais forte e a alma dizer… “vai lá e faz… vai ser bom!”, como se uma voz de Deus dizendo… e nosso olho se enche de brilho e vontade de saber mais sobre aquela pessoa… conhecer melhor, pois fará bem pra nossa alma.

Não… nós não fazemos fotos de formatura… e mesmo já tendo recebido alguns pedidos, nunca nos sentimos as pessoas ideias para esse tipo de registro. 

Mas dessa vez foi diferente! O motivo do registro se encaixou tão bem com nossos propósitos, nas coisas que acreditamos que… foi impossível não nos envolvermos e termos vontade de registrar. A Amanda está se formando em Medicina e contou pra gente que não queria fazer as fotos tradicionais com a turma ou com amigos… Ela queria que a realização desse sonho fosse comemorada com as pessoas que ela mais ama e admira na vida e que se dedicaram de forma incansável para que ela conseguisse chegar lá…. mesmo com todas as dificuldades! A FAMÍLIA! Pai, mãe e o irmão gêmeo!

Mais do que isso, ela nos relatou os motivos dela querer seguir essa profissão, com um texto tão lindo que pensamos: “É Deus… o Senhor tinha razão!”. O texto foi escrito por ela há 6 anos, quando passou para a faculdade.

O texto intitulado: Razões pelas quais escolhi a medicina (ou por que a medicina me escolheu), conta algumas histórias de infância… 

“[…] por ser asmática, o hospital era um lugar que eu visitava com frequência, quando criança. Meus pais não se privavam de procurar segundas opiniões­ às vezes terceiras e quartas­ e faziam de tudo para que eu me sentisse melhor. Numa dessas visitas­ uma que eu lembro bem­ percebi que queria ser igual àquele adulto que me examinava. […] Assim como todas as crianças, lá no fundo, me sentia um ser especial e completamente diferente dos demais: um mistério a ser desvendado. […] Durante o exame, ele avisou para minha mãe que eu tinha um sopro no coração, mas que era inocente. Lembro­ me de ter ficado muito feliz com a notícia. (“Eu sabia que era especial, até meu coração sabe assoviar.”) No instante seguinte, porém, fiquei com medo de que aquele tal sopro machucasse meu coração, porém lembrei­-me da observação do médico ­ de que o sopro era inocente­ o que, pra mim, queria dizer que era um sopro bonzinho e que não tinha culpa de nada­ e me tranquilizei. […] O adulto vestido de branco continuou seu trabalho investigativo. […] eu só conseguia pensar no quanto aquele médico era diferente dos outros adultos, pois conseguia enxergar em mim aquela singularidade que outros não podiam ver. Naquele momento, ao vê­-lo tão absorto em sua investigação, minha asma parecia mais um super­poder do que uma limitação chata. […] Naquele dia, quando saí do consultório, decidi o que queria ser: médica. Queria crescer e me tornar uma dessas pessoas com poderes especiais para identificar as singularidades e os mistérios de outras pessoas. […] Lembrava da Amanda menina e sua certeza inabalável de que um dia ia chegar a compor aquele time de pessoas especiais que vestem branco.Essa visão me fazia enxugar as lágrimas e seguir em frente. […] Hoje, com um pouco mais de conhecimento a respeito da profissão médica, sei que escolhi a medicina por amor ao próximo, sim, como era de se esperar. Mas não deixo de pensar que uma das razões mais fortes ainda seja o desejo de que outras pessoas tenham esse olhar – “o olhar do detetive”, como o meu “eu ­criança” chamava­ sobre elas. Para que se sintam especiais, enquanto aquela atenção estiver sobre elas, apesar de quaisquer doenças e limitações que possam apresentar. Aprendi que esse “olhar” é o que mais cura. E tenho certeza que , quando eu chegar lá e estiver atendendo meus pacientes, a Amanda menina estará ao meu lado, me dando ordens, geniosa e brava, como de costume, garantindo que eu não esqueça nenhum detalhe sobre aquele ser precioso que está à minha frente – incluindo os seus “segredos”, que ele me deu o privilégio de conhecer. Mas também estará orgulhosa e feliz por, enfim, termos conseguido chegar ao lugar que sempre almejamos estar. “ Amanda Dutra

“Como conversei com vocês na nossa reunião, foi muito difícil chegar até aqui e contei com a ajuda de muitas pessoas, mas a maior ajuda foi certamente a da minha família. Por isso, não fazia sentido nenhum pra mim registrar esse momento ao lado de quaisquer outras pessoas. Sinto que preciso dividir essa conquista com quem mais contribuiu para que ela acontecesse.”

E o ensaio aconteceu… uma tarde muito agradável, cheia de sorrisos, risadas, amor, alegria e muita gratidão a Deus!! Tivemos uma conexão muito especial com essa família e a história que nos levou até ali!!

E assim seguimos… gratos a Deus por essa profissão linda, que amamos de paixão, pelas histórias lindas que contamos e por todas essas pessoas que passam em nossa vida e sempre nos engrandece, deixando um pouquinho delas!! 

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